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/ / Clipping: @MelodyBox lança Coletânea Blue Note com Jazz, Blues, Folk e Instrumental. Simplesmente um luxo

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A nova coletânea Fora da Caixa Vol 08 é de bater palmas. A Coletânea Blue Note, traz 12 músicas com o que há de mais sofisticado em Jazz, Blues, Folk e Instrumental brasileiro. Só que, por mais sofisticada que seja, essa coletânea não tem frescura: é digital e toca muito bem no seu smartphone ou tablet. E você pode escutar aqui. Olha que luxo:

Phillip Long (Folk, SP)
Folk rock melancólico cantado num inglês muito bem falado. Pode-se notar uma semelhança vocal com os monstros sagrados norte-americanos e um toque melódico inglês dos conturbados anos 60. Coincidência nenhuma: é a mais pura raiz do gênero, levada com extrema suavidade.


Hidrocor (Folk, SP)
Sua música é confortável aos ouvidos. Notas leves, inspiradas na simplicidade, embalam o som da Hidrocor. Aliás, como o próprio nome sugere, a Hidrocor faz “música audiovisual” e se empenha em fazer vídeos criativos. E vai bem nessa vertente: seus clipes já alcançaram mais de 41.000 views no Youtube. A Hidrocor tem suas músicas cantadas e compostas por Marcelo Perdido (voz e violão) que junto de Rodrigo Caldas (bateria) convidam vários amigos para acompanhá-los.

Finlândia (Instrumental, SP)
Projeto do conhecido pianista argentino Mauricio Candussi (piano, acordeão, programações) e do brasileiro Raphael Evangelista (violoncelo), Finlândia mescla ritmos latinos tocados ao vivo com instrumentos acústicos e programações eletrônicas. O equilíbrio é impressionante e o resultado é um som forte, de presença marcante. E como os ritmos latinos são os ingredientes principais, o corpo mexe e acaba pedindo uma bela pista de dança.

Funk!Nos!Chama (Instrumental, RJ)
Não dá pra não dançar. E a ideia da banda é essa mesmo: dance até não dar mais. É um groove autêntico e marcante, empolgante e provocativo desde os primeiros acordes. Inspiradíssimo nos grandes nomes do Soul Funk americano, o Funk!Nos!Chama apresenta um som instrumental de primeira qualidade, animado, alegre e muitíssimo bem tocado. Tem que ouvir. Funk!Nos!Chama é composto por Gustavo Azem (Bateria), Leonardo Vieira (guitarra), Manoel Schnoor (baixo) e, nos saxofones inconfundíveis, Kalleb Gonçalves e Nicolas Teodósio.

Clube de Patifes (Blues, BA)
É mesmo um clube, com sócios vidrados pelos legítimos Rhythym’Blues e Rock’n'Roll brasileiro. Alegres nas letras e sem o menor receio de ousar – bem coisa de baianos de Feira de Santana – deixam bem claro ao que vieram: pretendem unir as águas do Rio Mississipi às águas do Rio São Francisco e Paraguaçu. Coisa pouca mas, quem ouvir, viverá. O Clube de Patifes e seus sócios: Pablues (voz e gaita), Paulo de Tarso (Bateria), Joe Bass (baixo).

Felipe Cazaux (Blues, CE)
Felipe Cazaux é o que se pode chamar de um bluesman paulista made in Ceará. Iniciou sua carreira artística aos 12 anos, quando começou a ter aulas de guitarra em São Paulo, aos 14 se mudou para Fortaleza com os pais, e aos 16 anos teve sua primeira banda de Rock. Sua voz singular e o timbre característico da guitarra chamam a atenção e receberam destaque em várias edições da revista “Guitar Player”. Figurinha fácil de festivais de Blues, Felipe Cazaux traz sempre muita energia e interação com o público em seus shows.

Juliana R. (Folk, SP)
Frequentemente associada ao “novo folk”, Juliana R. prefere não se enquadrar, apresentando-se apenas como cantora e compositora. Sua forma própria de compor e interpretar, anda bem longe de um movimento musical definido. Realmente, nada pode ser mais livre do que uma mistura de bossa nova com tropicália e a Jamaica dos anos 60 e 70, sem esquecer de uma pitada do experimentalismo da banda The Velvet Underground. Acompanham Juliana R.: Dustan Gallas (guitarra), Felipe Maia (bateria), Demétrius Carvalho (baixo), Adair Vinícius (trombone) e Daniel Gralha (trompete).

Cainã Cavalcante (Instrumental, CE)
Multi-instrumentista de mão cheia, Cainã Cavalcante faz parte daquela casta de virtuosos de formação erudita que transpira musicalidade em seus acordes e harmonias. Não carece de letras: sua música fala. E leva sua mensagem, bem como suas raízes, para além das fronteiras do Ceará. Professor em oficinas de formação musical, Cainã se apresenta ao lado do genial Thiago Almeida (piano, teclados, escaleta e programações), Thiago Rocha (Sax e Flauta), Miquéias dos Santos (baixo), Wladimir Catunda (bateria) e André Rocha (percussão).

Distintivo Blue (Blues, BA)
Blues no nome, nas músicas, na veia. Banda relativamente nova, mas com integrantes bem rodados no circuito alternativo, Distintivo Blue prioriza a simplicidade e precisão do bom e tradicional blues do Mississipi. No caso, do Mississipi baiano de Vitória da Conquista. Baiano nas letras bem-humoradas, mas não menos blues na musicalidade, sempre fiel às raízes e às melhores levadas norte-americanas.
Distintivo Blue: I. Malforea (voz, gaita, kazoo, cajón, theremin e produção), Rômulo Fonseca (guitarra, violão, gaita e voz), Camilo Oliveira (guitarra, violão, banjo e voz), Rodrigo Bispo (contrabaixo).

Carlinhos Patriolino (Jazz, CE)
Carlinhos Patriolino é a prova de que a música não tem fronteira nem conhece limites ou padrões. Ele toca jazz no bandolin. E toca muito! Dono de uma musicalidade própria e inconfundível, Patriolino é multi-instrumentista autodidata, e desenvolve um trabalho autoral que revela sua riquíssima herança sonora. Um virtuoso nitidamente brasileiro, reconhecido e muito elogiado lá fora por sua capacidade inventiva e jazzística.

Fábio Beringer (Instrumental, RJ)
Apaixonado por música desde a adolescência, Fábio Beringer cresceu musicalmente participando de bandas de igrejas, expandindo seu conhecimento a outros instrumentos. Os vários ritmos e estilos, religiosos e seculares, lhe abriram uma vasta gama de percepção musical, com a qual passou a traduzir várias linguagens, criando melodias originais e ousadas que dispõe na internet. Busca sempre um desafio à forma tradicional de se encaixar os instrumentos, montar as sonoridades e agradar aos ouvidos mais seletivos.

Mama Gumbo (Jazz, SP)
É música instrumental em sua mais pura expressão. Criado em um subúrbio da cidade de São Paulo, Mama Gumbo foca sua sonoridade no experimentalismo e na improvisação, unindo ritmos de jazz, blaxploitation, música brasileira, música moderna, trilha sonora e um sem-número de outras fontes com muita personalidade. Som forte e vigoroso, por vezes frenético. Mama Gumbo: Alex Cruz, piano e teclados; Tiago Rigo, bateria; Luiz Jesus, contrabaixo; e Márcio Bononi, percussão e efeitos.

Viu só que chique? Baixe logo a sua. A Coletânea Blue Note é um must have em qualquer coleção.

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A nova coletânea Fora da Caixa Vol 08 é de bater palmas. A Coletânea Blue Note, traz 12 músicas com o que há de mais sofisticado em Jazz, Blues, Folk e Instrumental brasileiro. Só que, por mais sofisticada que seja, essa coletânea não tem frescura: é digital e toca muito bem no seu smartphone ou tablet. E você pode escutar aqui. Olha que luxo:

Phillip Long (Folk, SP)
Folk rock melancólico cantado num inglês muito bem falado. Pode-se notar uma semelhança vocal com os monstros sagrados norte-americanos e um toque melódico inglês dos conturbados anos 60. Coincidência nenhuma: é a mais pura raiz do gênero, levada com extrema suavidade.


Hidrocor (Folk, SP)
Sua música é confortável aos ouvidos. Notas leves, inspiradas na simplicidade, embalam o som da Hidrocor. Aliás, como o próprio nome sugere, a Hidrocor faz “música audiovisual” e se empenha em fazer vídeos criativos. E vai bem nessa vertente: seus clipes já alcançaram mais de 41.000 views no Youtube. A Hidrocor tem suas músicas cantadas e compostas por Marcelo Perdido (voz e violão) que junto de Rodrigo Caldas (bateria) convidam vários amigos para acompanhá-los.

Finlândia (Instrumental, SP)
Projeto do conhecido pianista argentino Mauricio Candussi (piano, acordeão, programações) e do brasileiro Raphael Evangelista (violoncelo), Finlândia mescla ritmos latinos tocados ao vivo com instrumentos acústicos e programações eletrônicas. O equilíbrio é impressionante e o resultado é um som forte, de presença marcante. E como os ritmos latinos são os ingredientes principais, o corpo mexe e acaba pedindo uma bela pista de dança.

Funk!Nos!Chama (Instrumental, RJ)
Não dá pra não dançar. E a ideia da banda é essa mesmo: dance até não dar mais. É um groove autêntico e marcante, empolgante e provocativo desde os primeiros acordes. Inspiradíssimo nos grandes nomes do Soul Funk americano, o Funk!Nos!Chama apresenta um som instrumental de primeira qualidade, animado, alegre e muitíssimo bem tocado. Tem que ouvir. Funk!Nos!Chama é composto por Gustavo Azem (Bateria), Leonardo Vieira (guitarra), Manoel Schnoor (baixo) e, nos saxofones inconfundíveis, Kalleb Gonçalves e Nicolas Teodósio.

Clube de Patifes (Blues, BA)
É mesmo um clube, com sócios vidrados pelos legítimos Rhythym’Blues e Rock’n'Roll brasileiro. Alegres nas letras e sem o menor receio de ousar – bem coisa de baianos de Feira de Santana – deixam bem claro ao que vieram: pretendem unir as águas do Rio Mississipi às águas do Rio São Francisco e Paraguaçu. Coisa pouca mas, quem ouvir, viverá. O Clube de Patifes e seus sócios: Pablues (voz e gaita), Paulo de Tarso (Bateria), Joe Bass (baixo).

Felipe Cazaux (Blues, CE)
Felipe Cazaux é o que se pode chamar de um bluesman paulista made in Ceará. Iniciou sua carreira artística aos 12 anos, quando começou a ter aulas de guitarra em São Paulo, aos 14 se mudou para Fortaleza com os pais, e aos 16 anos teve sua primeira banda de Rock. Sua voz singular e o timbre característico da guitarra chamam a atenção e receberam destaque em várias edições da revista “Guitar Player”. Figurinha fácil de festivais de Blues, Felipe Cazaux traz sempre muita energia e interação com o público em seus shows.

Juliana R. (Folk, SP)
Frequentemente associada ao “novo folk”, Juliana R. prefere não se enquadrar, apresentando-se apenas como cantora e compositora. Sua forma própria de compor e interpretar, anda bem longe de um movimento musical definido. Realmente, nada pode ser mais livre do que uma mistura de bossa nova com tropicália e a Jamaica dos anos 60 e 70, sem esquecer de uma pitada do experimentalismo da banda The Velvet Underground. Acompanham Juliana R.: Dustan Gallas (guitarra), Felipe Maia (bateria), Demétrius Carvalho (baixo), Adair Vinícius (trombone) e Daniel Gralha (trompete).

Cainã Cavalcante (Instrumental, CE)
Multi-instrumentista de mão cheia, Cainã Cavalcante faz parte daquela casta de virtuosos de formação erudita que transpira musicalidade em seus acordes e harmonias. Não carece de letras: sua música fala. E leva sua mensagem, bem como suas raízes, para além das fronteiras do Ceará. Professor em oficinas de formação musical, Cainã se apresenta ao lado do genial Thiago Almeida (piano, teclados, escaleta e programações), Thiago Rocha (Sax e Flauta), Miquéias dos Santos (baixo), Wladimir Catunda (bateria) e André Rocha (percussão).

Distintivo Blue (Blues, BA)
Blues no nome, nas músicas, na veia. Banda relativamente nova, mas com integrantes bem rodados no circuito alternativo, Distintivo Blue prioriza a simplicidade e precisão do bom e tradicional blues do Mississipi. No caso, do Mississipi baiano de Vitória da Conquista. Baiano nas letras bem-humoradas, mas não menos blues na musicalidade, sempre fiel às raízes e às melhores levadas norte-americanas.
Distintivo Blue: I. Malforea (voz, gaita, kazoo, cajón, theremin e produção), Rômulo Fonseca (guitarra, violão, gaita e voz), Camilo Oliveira (guitarra, violão, banjo e voz), Rodrigo Bispo (contrabaixo).

Carlinhos Patriolino (Jazz, CE)
Carlinhos Patriolino é a prova de que a música não tem fronteira nem conhece limites ou padrões. Ele toca jazz no bandolin. E toca muito! Dono de uma musicalidade própria e inconfundível, Patriolino é multi-instrumentista autodidata, e desenvolve um trabalho autoral que revela sua riquíssima herança sonora. Um virtuoso nitidamente brasileiro, reconhecido e muito elogiado lá fora por sua capacidade inventiva e jazzística.

Fábio Beringer (Instrumental, RJ)
Apaixonado por música desde a adolescência, Fábio Beringer cresceu musicalmente participando de bandas de igrejas, expandindo seu conhecimento a outros instrumentos. Os vários ritmos e estilos, religiosos e seculares, lhe abriram uma vasta gama de percepção musical, com a qual passou a traduzir várias linguagens, criando melodias originais e ousadas que dispõe na internet. Busca sempre um desafio à forma tradicional de se encaixar os instrumentos, montar as sonoridades e agradar aos ouvidos mais seletivos.

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É música instrumental em sua mais pura expressão. Criado em um subúrbio da cidade de São Paulo, Mama Gumbo foca sua sonoridade no experimentalismo e na improvisação, unindo ritmos de jazz, blaxploitation, música brasileira, música moderna, trilha sonora e um sem-número de outras fontes com muita personalidade. Som forte e vigoroso, por vezes frenético. Mama Gumbo: Alex Cruz, piano e teclados; Tiago Rigo, bateria; Luiz Jesus, contrabaixo; e Márcio Bononi, percussão e efeitos.

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