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/ / Joe Bonamassa lança novo disco e vem ao Brasil


Joe Bonamassa canta e toca em uma das mais de 500 guitarras de sua 'modesta' coleção particular
Joe Bonamassa canta e toca em uma das mais de 500 guitarras de sua 'modesta' coleção particular
Há uma década ele vem lançando um disco por ano e recolocando o blues rock em pauta no mercado. Como compositor e, principalmente, como intérprete, tem resgatado e apresentado nomes do blues de raiz às novas gerações. Nada mal para quem começou a tocar guitarra aos sete anos e, aos 14, fez o show de abertura para ninguém menos que B.B. King. Joe Bonamassa deixou de ser uma promessa há muito tempo. Aos 35 anos, vem ao Brasil pela primeira vez esta semana, para shows no Rio e em São Paulo, lançando o novíssimo álbum, “Driving Towards The Daylight”, ainda inédito no Brasil.
“Vamos fazer o mesmo show que temos feito nessa turnê, vai ter coisas antigas e novas no repertório”, revela o guitarrista, por telefone, direto do seu estúdio de ensaio. “Devemos tocar por cerca e duas horas e meia”, promete, para a alegria dos cada vez mais numerosos fãs do bom e velho classic rock. Com Bonamassa, vêm ao Brasil o baixista Carmine Rojas (David Bowie, Rod Stewart), o baterista Tal Bergman e o tecladista Rick Melick. Sobre o novo álbum, Bonamassa aponta um sotaque blues: “É um disco de blues e foi muito divertido fazê-lo. Era hora de fazer algo mais com a cara de blues”, diz o guitarrista, bem mais econômico nas palavras do que nas cordas de sua guitarra.
O disco tem a participação do guitarrista do Aerosmith, Brad Whitford, em nada menos que oito faixas. Quase sempre eclipsado por Joe Perry, fazendo a guitarra base do grupo de hard rock, Whitford até que se soltou. “Ele fez um grande trabalho no disco. Em princípio, ele se encarregaria da guitarra base, mas acabou fazendo uns solos também”, comenta Bonamassa. Também participa do CD o cantor australiano Jimmi Barnes, num hábito para Bonamassa, que sempre recebe convidados. No DVD gravado ao vivo no Royal Albert Hall, em Londres, de 2009, ela aparece tocando com Eric Clapton e Paul Jones. O guitarrista costuma pinçar músicas esquecidas pelo tempo para dar-lhes nova cara.
Com o modelo 'bouble neck', consagrado por Page
Com o modelo 'bouble neck', consagrado por Page
Em “Driving Towards The Daylight”, por exemplo, das 12 faixas só quatro são de sua autoria. “Sou mais intérprete”, admite o bluesman. “Acho que sou um compositor honesto quando faço as músicas, mas isso não é o que acontece todos os dias”. Perguntado sobre sua versão preferida, ele não pensa duas vezes e aponta “Sloe Gin”, famosa da voz de Tim Curry, que dá titulo ao CD de 2007. É de fato uma de suas performances que mais ganhou fama e que não deve faltar nos shows do Brasil.
Curiosamente, embora americano de Nova York, Bonamassa é fortemente influenciado pelos guitarristas britânicos. Além de Eric Clapton, referência óbvia para qualquer guitarrista, ele aponta – pela ordem da memória – Paul Kossof, do Free, Jeff Beck e Rory Gallagher como seus mestres. Nesse resgate do classic rock, Bonamassa tem um parceiro em estúdio, o produtor Kevin Shirley, que assina os últimos oitos discos do guitarrista. “No fim das contas ele é o responsável por muito do sucesso que eu conquistei, e é o quarto integrante do Black Country Communion“, avalia o guitarrista.
O Black Country Communion é um supergrupo que Bonamassa tem com o baixista/vocalista Glenn Hughes (Deep PurpleBlack Sabbath), o baterista Jason Bonham (o filho do homem, Led Zeppelin) e o tecladista Derek Sherinian (ex-Dream Theater). Fundado em 2010, o BCC já tem dois álbuns e um DVD lançados, e é outra fonte de revitalização do classic rock. “Em duas ou três semanas vamos começar a gravar o novo disco, acho que sai ainda este ano. É como a coisa funciona nessa banda”, revela o guitarrista, mostrando que o seu ritmo produtivo é mesmo intenso. E isso sem contar o programa semanal de rádio que Bonamassa comanda numa rádio britânica, no qual desencrava artistas perdidos do blues rock.
Se guitarristas têm lá suas manias, a de Joe Bonamassa é colecionar… guitarras. “Devo ter, talvez, umas 550, mas acho que só toquei em umas 300, ao menos uma vez”, diz o músico, com uma eloquente naturalidade. Para os shows no Brasil, no entanto, ele promete carregar “só” quatro. Uma delas bem que poderia ser o modelo “double neck”, eternizada por Jimmy Page e que aparece na foto lá em cima.
Joe Bonamassa tem shows marcados no Rio de Janeiro, na próxima quinta, dia 31, no Vivo Rio, e em São Paulo, no sábado, dia 2 de junho, no HSBC Brasil; veja os detalhes aqui.
O guitarrista também faz parte do Black Country Communion e produz e apresenta programa de rádio
O guitarrista também faz parte do Black Country Communion e produz e apresenta programa de rádio


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Joe Bonamassa canta e toca em uma das mais de 500 guitarras de sua 'modesta' coleção particular
Joe Bonamassa canta e toca em uma das mais de 500 guitarras de sua 'modesta' coleção particular
Há uma década ele vem lançando um disco por ano e recolocando o blues rock em pauta no mercado. Como compositor e, principalmente, como intérprete, tem resgatado e apresentado nomes do blues de raiz às novas gerações. Nada mal para quem começou a tocar guitarra aos sete anos e, aos 14, fez o show de abertura para ninguém menos que B.B. King. Joe Bonamassa deixou de ser uma promessa há muito tempo. Aos 35 anos, vem ao Brasil pela primeira vez esta semana, para shows no Rio e em São Paulo, lançando o novíssimo álbum, “Driving Towards The Daylight”, ainda inédito no Brasil.
“Vamos fazer o mesmo show que temos feito nessa turnê, vai ter coisas antigas e novas no repertório”, revela o guitarrista, por telefone, direto do seu estúdio de ensaio. “Devemos tocar por cerca e duas horas e meia”, promete, para a alegria dos cada vez mais numerosos fãs do bom e velho classic rock. Com Bonamassa, vêm ao Brasil o baixista Carmine Rojas (David Bowie, Rod Stewart), o baterista Tal Bergman e o tecladista Rick Melick. Sobre o novo álbum, Bonamassa aponta um sotaque blues: “É um disco de blues e foi muito divertido fazê-lo. Era hora de fazer algo mais com a cara de blues”, diz o guitarrista, bem mais econômico nas palavras do que nas cordas de sua guitarra.
O disco tem a participação do guitarrista do Aerosmith, Brad Whitford, em nada menos que oito faixas. Quase sempre eclipsado por Joe Perry, fazendo a guitarra base do grupo de hard rock, Whitford até que se soltou. “Ele fez um grande trabalho no disco. Em princípio, ele se encarregaria da guitarra base, mas acabou fazendo uns solos também”, comenta Bonamassa. Também participa do CD o cantor australiano Jimmi Barnes, num hábito para Bonamassa, que sempre recebe convidados. No DVD gravado ao vivo no Royal Albert Hall, em Londres, de 2009, ela aparece tocando com Eric Clapton e Paul Jones. O guitarrista costuma pinçar músicas esquecidas pelo tempo para dar-lhes nova cara.
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Curiosamente, embora americano de Nova York, Bonamassa é fortemente influenciado pelos guitarristas britânicos. Além de Eric Clapton, referência óbvia para qualquer guitarrista, ele aponta – pela ordem da memória – Paul Kossof, do Free, Jeff Beck e Rory Gallagher como seus mestres. Nesse resgate do classic rock, Bonamassa tem um parceiro em estúdio, o produtor Kevin Shirley, que assina os últimos oitos discos do guitarrista. “No fim das contas ele é o responsável por muito do sucesso que eu conquistei, e é o quarto integrante do Black Country Communion“, avalia o guitarrista.
O Black Country Communion é um supergrupo que Bonamassa tem com o baixista/vocalista Glenn Hughes (Deep PurpleBlack Sabbath), o baterista Jason Bonham (o filho do homem, Led Zeppelin) e o tecladista Derek Sherinian (ex-Dream Theater). Fundado em 2010, o BCC já tem dois álbuns e um DVD lançados, e é outra fonte de revitalização do classic rock. “Em duas ou três semanas vamos começar a gravar o novo disco, acho que sai ainda este ano. É como a coisa funciona nessa banda”, revela o guitarrista, mostrando que o seu ritmo produtivo é mesmo intenso. E isso sem contar o programa semanal de rádio que Bonamassa comanda numa rádio britânica, no qual desencrava artistas perdidos do blues rock.
Se guitarristas têm lá suas manias, a de Joe Bonamassa é colecionar… guitarras. “Devo ter, talvez, umas 550, mas acho que só toquei em umas 300, ao menos uma vez”, diz o músico, com uma eloquente naturalidade. Para os shows no Brasil, no entanto, ele promete carregar “só” quatro. Uma delas bem que poderia ser o modelo “double neck”, eternizada por Jimmy Page e que aparece na foto lá em cima.
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