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fevereiro 2013

I. Malforea, vocalista da Distintivo Blue


Hoje o vocalista e fundador da Distintivo Blue completa 30 anos. Parabéns, Joe-man!
Daniel Novaes - Donna Lee (Charlie Parker)

Nina Simone - The Time is Now


Se estivesse viva, Eunice Kathleen Waymon completaria 80 anos nesta quinta-feira, 21. Mais conhecida como Nina Simone, a cantora, compositora e pianista americana permanece incólume no rol de grandes estrelas da música internacional, inspirando gerações de novas cantoras com sua voz de intensidade inigualável.

Em homenagem à data, foi liberado no canal dedicado à cantora no YouTube uma gravação inédita, “The Time Is Now”, de 1966. De acordo com a descrição do vídeo, a faixa foi destaque de uma edição limitada do álbum “Hidden Treasures” lançada na Holanda.

Gravada na casa de Nina, na cidade de Mount Vermon, em Nova Iorque, a canção nunca havia sido disponibilizada para o grande público.


Fonte: Catraca Livre
Magic Slim, o último dos pioneiros do blues eletrificado que saíram do Mississippi para Chicago
1937-2013

https://public.blu.livefilestore.com/y1pAx0BGg3gRAkkAcAYMY9-umYRIzoLWQY4OZzR7faqGxkh_05TxfhRqNiOjbAn-GiKX11WMfqliGIFA3KI4yZu6g/LEONARDO_HARLEY_ALCANTARA_ROCHA_-_LEO.jpg?psid=1
O assassino de Nilsinho havia acabado de sair da prisão, em liberdade condicional


Como anunciamos há alguns dias, hoje pela manhã começou o julgamento, com júri popular, do assassino do nosso amigo e ex-baixista, Junnior Damaceno. Estivemos no foro João Mangabeira no início do julgamento e ouvimos alguns depoimentos de testemunhas, incluindo o da esposa de Leonardo Harley Rocha, acusado pelo crime que chocou nossa cidade, e o da mãe de Nilsinho, "tia Lú". Foram momentos de grande comoção.
Agora há pouco recebemos a notícia, por telefone, do fim do julgamento. Leonardo foi condenado a 13 anos de reclusão. Esperamos que a Justiça brasileira não erre outra vez deixando que um sujeito perigoso saia da prisão antes do tempo, novamente. Ficaremos de olho. 

Entenda o caso
Ricardo Werther, um guerreiro

Acabamos de receber a triste notícia do falecimento de um dos maiores ícones do blues brasileiro, considerado por muitos a maior voz do gênero no país, Ricardo Werther.
Aos 48 anos, após uma luta de quase dois contra um câncer no intestino, sempre que possível, deixou alguma mensagem pelo Facebook, relatando a dureza do tratamento. No ano passado várias bandas se organizaram em diversas cidades para fazer shows beneficentes à sua causa, mostrando o quão querido era. Infelizmente não tivemos o prazer de conhecê-lo pessoalmente, mas desejamos aos que tiveram esse privilégio, principalmente parentes e amigos, muita força neste momento tão duro. Que seu canto seja eterno e sempre toque a alma das pessoas, como um bom blues deve ser.

I. Malforea
Junior Damaceno, ex-baixista da Distintivo Blue, foi assassinado em 2011

Será nesta quarta (20 de fevereiro), às 9h da manhã, a audiência pública com o assassino do nosso amigo e ex-baixista, Junior Damaceno, assassinado em 2011. D. Lú, a mãe de Nilsinho(como também era chamado) pediu que todos fôssemos de camisa branca, como forma de mostrar o quanto sentimos falta do nosso amigo, bem como desejamos justiça e o fim da violência nas cidades. Contamos com a presença de vocês.

Local: Foro João Mangabeira (Vitória da Conquista-BA)
Data: 20/02/2013
Horário: 9:00h
Traje: Camiseta branca

Saiba mais sobre o caso clicando AQUI



Por  | Na Mira do Regis
São poucos os artistas que transformaram seus discos em fotos instantâneas de uma época, sejam por retratarem um estado pessoal e, porque não dizer, espiritual, político e social, tudo dentro de um contexto igualmente determinado. Quem você consegue lembrar que possa ser incluído neste grupo especial? Bob Dylan? David Bowie? Bruce Springsteen?
Sim, estes e alguns poucos caras souberam como ninguém oferecer “polaroides” - quem é velhinho(a) como eu jamais vai esquecer das lendárias fotos – que, de certa forma, ofereciam uma luz um pouco mais precisa a respeito de suas respectivas personalidade e de como lidavam com o meio em que viviam.
Ah, pode incluir outro nome nesta seleta lista: Eric Clapton.
Fiquei pensando a respeito disto por conta do relançamento luxuoso de um de seus álbuns mais emblemáticos, o quinto disco de sua carreira solo pós-Cream.
Slowhand – título que se refere ao apelido que o produtor e empresário Giorgio Gomelsky havia dado a Clapton por conta da lenta e precisa destreza de sua mão esquerda na hora de solar – é daqueles trabalhos que transcendem seu próprio tempo e revelam nas entrelinhas como andava a cabeça e o espírito do guitarrista que um dia foi chamado de “Deus” em pichações nos muros de Londres.
O próprio período em que o álbum foi lançado (1977) contribuiu para que Clapton fizesse tudo com calma e alegria, artigos raros em sua vida nos anos anteriores. O disco reflete alguns detalhes extramusicais que influíram em seu acabamento final. Clapton já tinha Patti Boyd – a ex-mulher de George Harrison e musa inspiradora para o surgimento de “Layla” – como sua namorada oficial. Sua segurança emocional tinha como “bônus” o fato de sua banda de apoio ser formada por músicos americanos já tarimbados, como o baixista Carl Radle, que tocava com Clapton desde os tempos de Derek & The Dominos, e o baterista Jamie Oldaker e o tecladista Dick Sims, ambos da banda do cantor americano Bob Seger.
Grande parte do charme das canções de Slowhand está justamente na qualidade da gravação feita no lendário Olympic Studios, o mesmo local onde o Led Zeppelin gravou o seu inacreditável disco de estreia e os Rolling Stones fizeram dois álbuns seminais, Beggars Banquet Let It Bleed. Isto sem contar na estupenda produção de Glyn Johns, um dos mais requisitados profissionais durante os anos 70 – para você ter uma ideia da importância do cara, foi ele quem produziu My Generation Who’s Next, do The Who.
Ao contrário do disco anterior, No Reason to Cry, Clapton e sua equipe levaram muito pouco tempo para gravar e mixar Slowhand - seis semanas, para ser mais exato. O fato de o guitarrista ter optado por utilizar a banda que até então estava ao seu lado na turnê daquela época foi outro ponto determinante para o ótimo resultado final.
Só que quando você ouve o disco novamente, agora em edição totalmente remasterizada, “no capricho”, e no contexto dos dias de hoje, fica muito claro porque as três primeiras canções - “Cocaine”, “Wonderful Tonight” e “Lay Down Sally” – se transformaram em hits instantâneos, a ponto de permanecerem onipresentes nas programações das rádios de todo o planeta.
A tranquilidade que Clapton desfrutava na época o levou a mesclar o repertório do disco com canções de sua própria lavra e composições de outros caras que admirava. Este é precisamente o caso de “Cocaine”, a mais famosa canção que Clapton não compôs – ela é de autoria do lendário J.J. Cale.
É óbvio que o guitarrista adorava o trabalho do compositor americano, mas a inclusão da música no disco também se deveu a algo não tão engraçado: Clapton sempre julgou que o riff de “Cocaine” foi levemente surrupiado de “Sunshine of Your Love”, do Cream. Foi como se ele buscasse reaver algo que lhe foi roubado. Nem preciso dizer o quanto Cale ganhou com esta exposição, né?
Outro que saiu ganhando muito com Slowhand foi John Martyn, cantor e compositor folk inglês que teve uma de suas mais lindas canções, “May You Never”, resgatada por Clapton no disco. O mesmo aconteceu com o cantor country americano Don Williams e sua bela “We’re All the Way” e com obluesman Arthur “Big Boy” Cudrup – o cara eu compôs a lendária “That’s All Right”, eternizada por Elvis Presley – e a maravilhosa “Mean Old Frisco”.
Por outro lado, Clapton passou anos declarando seu espanto com o sucesso de “Wonderful Tonight”, uma linda balada composta enquanto o guitarrista esperava sua amada Patti se arrumar para irem a um jantar oferecido por Paul e Linda McCartney. Ele nem iria incluir a música no disco, mas foi convencido pela insistência de seus companheiros de banda e do próprio produtor, que ficaram maravilhados quando ele a mostrou pela primeira vez. O entusiasmo com a canção foi tamanho que ela foi a primeira a ser gravada, com o arranjo feito ali mesmo, na hora. Ficou pronta em inacreditáveis duas horas.
A sonoridade cristalina está ainda mais realçada na nova edição dupla, que vem com quatro músicas de estúdio como “bonus tracks” (incluindo uma linda versão de “Looking at the Rain”, do subestimado Gordon Lightfoot) e mais um disco inteiramente gravado ao vivo no Hammersmith Odeon, poucos dias antes de a banda entrar no estúdio para gravar Slowhand. Detalhes preciosíssimos, como o fato de Clapton e sua banda terem registrado o álbum inteiro praticamente “ao vivo” dentro da enorme sala do estúdio, ficam ainda mais evidentes para quem tem ouvidos mais calibrados do que a garotada acostumada aos “mp3 da vida”. Na ocasião, ninguém poderia errar. E só uma banda extremamente azeitada poderia realizar tal empreitada...
Este é mais um disco que tem que ser “ouvido como um álbum de fotografias”. Sei que é estranho ler isto, mas você vai entender quando terminar a audição...



Baixe agora o novo compacto da DB

Finalmente está disponível o mais novo compacto da Distintivo Blue. "Miopia" traz a tão esperada versão de estúdio da música 2012, Miopia, que levou a DB ao X Festival de Música da Bahia em 2012, apenas com uma gravação tosca de um ensaio, feita numa câmera fotográfica. Tocamos em vários shows e a aceitação foi muito boa, principalmente por traduzir o que muita gente pensa a respeito do que tem ganhado destaque na mídia. A letra da música, bem como informações sobre sua composição você encontra AQUI.
O compacto também tem uma faixa-bônus: a versão "Karaoke-Joes" de Você Roubou o Meu Pendrive, música do primeiro EP, Aplicando a Lei, lançado em 2011 e que ganhará, nas próximas semanas, uma nova edição, em formato SMD, patrocinada pelo BNB e BNDES, através do Programa BNB de Cultura em Parceria com o BNDES - Edição 2012. A música já faz parte da programação de várias rádios independentes e educativas, Brasil adentro.
Quanto ao reality show mencionado na primeira faixa, felizmente começa a mostrar sinais de decadência (depois de longos 13 anos), mas sabemos que logo haverá um substituto para ser o novo "pão-e-circo-sem-pão". Não caia nessa.

Setlist:

LADO A
1 - 2012, Miopia - I. Malforea

LADO B
2 - Você Roubou o Meu Pendrive (Karaoke-Joes Edit) - I. Malforea


Baixando o compacto, você terá alguns extras e o E-ncarte Virtual, que também pode ser conferido abaixo:







Aproveite e relembre a edição especial da BLUEZinada! que lançamos quando 2012, Miopia nos representou no X Festival de Música da Bahia:






Preparado(a)? Para baixar o compacto, incluindo encarte virtual e extras, clique AQUI.
(256kbps)


Licença Creative Commons

Para ver outros posts relacionados a conteúdo MP3 clique aqui.







A Banda Distintivo Blue é uma dessas bandas que a gente sabe que tem mérito e talento para ocupar circuitos nacionais, com um trabalho contagiante (como todo bom som deve ter) e, sem medo, alcançar maior reconhecimento de público e crítica. Apesar do intervalo nas suas atividades, o mais recente CD da banda já está com data para ser disponilizado. Garanta que mais esse som faça parte da sua playlist.

Release da Banda

Distintivo Blue anunciou, em dezembro, uma parada estratégica em suas atividades, por tempo indeterminado, mas os fãs não ficarão desamparados: a banda disponibilizará em seu site oficial, no DIA 5 DE FEVEREIRO, durante a eliminação do BBB13, seu presente de despedida: o novo compacto, com a esperada versão de estúdio da música "2012, Miopia", que levou a banda às eliminatórias do X Festival de Música da Bahia e ainda venceu uma chamada criativa da rede ItsNoon, apenas com uma gravação demo caseira, de um ensaio.

O compacto, assim como todos os outros lançamentos da DB, estará disponível para download GRATUITO, com licença Creative Commons, Encarte Virtual e extras. Vale a pena aguardar!

Enquanto isso, baixe todas as músicas da banda (EPS, compactos e coletâneas) aqui:http://dbjo.es/KaQwdO

Entenda o porquê da parada da banda: http://dbjo.es/TYbEGH

Site Oficial: www.DistintivoBlue.com
Twitter: @DistintivoBlue



A Distintivo Blue anunciou, em dezembro, uma parada estratégica em suas atividades, por tempo indeterminado, mas os fãs não ficarão desamparados: a banda disponibilizará em seu site oficial, no dia 5 de fevereiro, durante a eliminação do BBB13, seu presente de despedida: o novo compacto, com a esperada versão de estúdio da música "2012, Miopia", que levou a banda às eliminatórias do X Festival de Música da Bahia e ainda venceu uma chamada criativa da rede ItsNoon, apenas com uma gravação demo caseira, de um ensaio. 

O compacto, assim como todos os outros lançamentos da DB, estará disponível para download GRATUITO, com licença Creative Commons, Encarte Virtual e extras. Vale a pena aguardar!

Enquanto isso, baixe todas as músicas da banda (EPS, compactos e coletâneas) aqui: http://dbjo.es/KaQwdO

Entenda o porquê da parada da banda: http://dbjo.es/TYbEGH

Site Oficial: www.DistintivoBlue.com
Fanpage: www.facebook.com/DistintivoBlueOficial
Twitter: @DistintivoBlue
E-mail: contato@distintivoblue.com

Marque presença: CLIQUE AQUI
Gafieira Brasil tem o trompete e trombone da Distintivo Blue



A DB acabou, mas o mundo continua girando. Amanhã (sábado, dia 2 de fevereiro), o trompetista Daniel Novaes e o trombonista Paulinho do Trombone se apresentam no SESC Vitória da Conquista com seu grupo Gafieira Brasil. Música de altíssima qualidade em pleno sábado, de graça para os associados. 

Confira uma entrevista com o grupo à Rádio UESB FM e baixe o CD do Gafieira, clicando AQUI.


SERVIÇO
Gafieira Brasil - Projeto MusiSESC
Quando: Sábado, 02 de fevereiro, ao meio dia
Quanto: Entrada gratuita para associados ao SESC. R$10,00 (convite) para não-associados
Onde: SESC Vitória da Conquista (Av. Anel do Contorno Rodoviário S/N Ibirapuera. Fone (77)3426-3131. Ônibus: Centro X Bruno Bacelar (ponto em frente ao SESC)
Mapa: A partir do Seminário de Fátima (Av. Brumado)

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