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maio 2013



O Atlas do Rock é um podcast para roqueiros que gostam de ouvir coisas novas e de vários lugares diferentes. Cada episódio é sobre bandas de um país e, de vez em quando, é publicado um episódio especial chamado Volta Ao Mundo (que apresentará músicas de um estilo específico, mas de diversos países), ambos sobre rock e suas variações (punk, metal, industrial, hardcore etc.) ao redor do mundo.
Primeiro episódio do ano! Prepare-se para ouvir rock e metal brasileiro de várias vertentes, indo do blues até o prog. Ouça e divirta-se.
[ 00:00 ] Abertura.

[ 00:05 ] Another Chance, banda Paranoika.
[ 03:35 ] Apresentação.
[ 04:15 ] Blues do Covarde, banda Distintivo Blue.
[ 07:25 ] De Cara no Blues, banda Distintivo Blue.
[ 10:55 ] Sobre a banda Distintivo Blue.
[ 11:55 ] Aquarela, banda Maestrick.
[ 18:50 ] H.U.C., banda Maestrick.
[ 24:55 ] Sobre a banda Maestrick.
[ 25:13 ] Sobre a banda Fiddy.
[ 25:45 ] Pirulito na Parede, banda Fiddy.
[ 29:15 ] Monstro do Armário, banda Fiddy.
[ 33:43 ] Sobre a banda Paranoika.
[ 34:25 ] Ficando Louca (versão punk), banda Paranoika.

TEMPO TOTAL – 38:02
CD do arranjador Ryan Truesdell foi eleito por 400 críticos de jazz
CD do arranjador Ryan Truesdell foi eleito por 400 críticos de jazz

Jornal do BrasilLuiz Orlando Carneiro
No ano passado (21/4), esta coluna foi dedicada à celebração do centenário do canadense-novaiorquino Ian Ernest Gilmore Evans, com o lançamento de um CD muito especial, intitulado Centennial: Newly discovered works of Gil Evans, produzido pela ArtistShare (www.artistshare.net), a cooperativa criada e dirigida por Maria Schneider — discípula de Evans e uma das maiores estrelas do jazz contemporâneo.
O disco de 10 faixas foi fruto de um trabalho investigativo do igualmente compositor-arranjador Ryan Truesdell, formado pelo New England Conservatory, onde estudou com Bob Brookmeyer. Ele pesquisou arranjos manuscritos inéditos de Evans no arquivo da família, e descobriu obras virgens, ou raramente tocadas - algumas dos tempos do primeiro emprego do legendário músico, na década de 1940, na banda de Claude Thornhill. Ou seja, mais de 10 anos antes das suas antológicas “suítes” escritas para o solista Miles Davis (Miles ahead, Porgy and Bess e Sketches of Spain).
De posse desse valioso material, Truesdell reuniu uma big band integrada por jazzmen da “Primeira Liga” de Nova York, principalmente membros da orquestra de Maria Schneider, como os saxofonistas Donny McCaslin (tenor), Steve Wilson (alto) e Scott Robinson (barítono); os trompetistas Greg Gisbert e Laurie Frink; o pianista Frank Kimbrough e o baixista Jay Anderson. E ainda músicos do quilate de Joe Locke (vibrafone), Romero Lubambo (guitarra), Marcus Rojas (tuba), Lewis Nash (bateria) e da vocalista Luciana Souza.

A primeira faixa de Centennial é Punjab, peça inédita de Evans que tinha sido composta para o LP The individualism of Gil Evans (Verve,1964), mas acabou ficando de fora.
Outras partituras de Evans desenterradas, particularmente preciosas, são The Barbara song (tema de Kurt Weill) e Waltz/Variation on the misery/So long, um medley de 19 minutos. Há ainda arranjos feitos para acompanhamento de vocalistas, como é o caso de Look at the rainbow, originalmente escrito para um álbum de Astrud Gilberto, e só agora revelado pela orquestra de 12 cadeiras, com a voz de Luciana Souza.
Pois este precioso trabalho de Ryan Truesdell foi eleito, na semana passada, pela Jazz Journalists Association (mais de 400 votantes), o disco do ano (lançamentos de março de 2012 ao mesmo mês deste ano), à frente de CDs muito badalados como Accelerando (ACT), do pianista Vijay Iyer, e Black Radio (Blue Note), do grupo fusionista do pianista Robert Glasper.
A brasileira Luciana Souza foi a vencedora do pleito na categoria vocalista feminina - derrotando Dianne Reeves. Certamente, não só por sua atuação no CD de Tresdell-Evans, mas também pelo sucesso de crítica de dois álbuns que lançou, em agosto do ano passado, pela Sunnyside: Book of Chet, acompanhada por um trio; e Duos III, com os guitarristas Romero Lubambo, Marco Pereira e Toninho Horta.
Na eleição anual da JAA, a orquestra formada por Ryan Truesdell para o “Projeto Gil Evans” ficou em primeiro lugar no quesito large ensemble, com mais votos do que as afamadas Charles Mingus Big Band, Maria Schneider Jazz Orchestra e Jazz at Lincoln Center Orchestra. Maria Schneider, no entanto, manteve o primeiro lugar de sempre entre os compositores-arranjadores em atividade.
Foto promoção
Confira os ganhadores do sorteio de ontem

Resultado: Sorteio de 5 cópias do CD de blues "Aplicando a Lei".

O Programa de Cultura vai sortear 5 (cinco) cópias do CD de blues "Aplicando a Lei", do grupo baiano Distintivo Blue. Lançado com o apoio do Programa de Cultura, o CD demonstra a maturidade artística do Distintivo Blue e seu trabalho em torno de uma concepção abragente e precisa do blues. Um blues com a cara do Nordeste!
  1. Susie Cysneiros
  2. Lyana Ribeiro
  3. José Ivan de Oliveira
  4. Allysson Dos Anjos
  5. Vinicius Lago


O Blues mudou a minha forma de interpretar a música, abriu novas portas na minha mente, que até 2010, era bem limitada ao Heavy Metal. Allman Brothers e Rolling Stones, foram as bandas que me empurraram para esse lado e não sai dele desde então.

Escutar os clássicos é lago fundamental, obrigatório, mas sempre gostei de saber o que está sendo feito em meu país nessa linha e, de início, me decepcionei, pois tudo que encontrava era em português, um trauma que a maioria dos fãs de Heavy Metal tem, é mais fácil escutar uma música em finlandês que em português, sempre foi assim comigo.

Um dia escutei uma música chamada "Outras Palavras" da banda O Bando do Velho Jack e nesse momento  em diante, passei a prestar mais atenção em músicas cantadas em português. Foi nesse momento também que comecei a conhecer algumas dessas bandas que indico hoje, bandas novas, que tocam Blues, cantam em português e estão crescendo em suas cidades natais.

Eu não vou falar sobre as bandas clássicas do Blues nacional (Leiam a postagem 10 álbuns fundamentais para iniciante no Blues III - Blues Brasil), o objetivo hoje é apresentar para vocês algumas bandas novas que eu conheço. Se vocês conhecerem alguma que merece estar nessa lista, deixe o nome dela nos comentários.

As bandas que estão tocando na playlist são: Mentol (Belo Horizonte/MG), Cracker Blues (São Paulo/SP), Rural Willys (Monsenho Paulo/MG), Clinica Tobias Blues (Teresina), Mendigos Blues(Itabuna/BA), Facção Caipira (Niterói/MG), Red Foot (Curitiba/PR), Distintivo Blue (Vitória da Conquista/BA) e Cris Carcará (Juiz de Fora/MG).

Foto promoção
O BNB sorteia hoje à tarde 5 cópias de nosso primeiro EP

O Programa de Cultura vai sortear 5 (cinco) cópias do CD de blues "Aplicando a Lei", do grupo baiano Distintivo Blue. Lançado com o apoio do Programa de Cultura, o CD demonstra a maturidade artística do Distintivo Blue e seu trabalho em torno de uma concepção abrangente e precisa do blues. Um blues com a cara do Nordeste!


I. Malforea, vocal da Distintivo Blue

A promoção DISTINTIVO RED - CACETE DE AGULHA ainda tá valendo, Joes. Cadê vocês? Para participar, clique no banner ao lado: DISTINTIVO RED - CACETE DE AGULHA.